terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Que dança é essa

Bebê Samuel Vilhena ajudando seus pais 21 05 22

Drogas não perdoa nenhuma classe social

 

A droga não perdoa ninguem.

modelo
Meu nome é J A S, sou brasileira e me mudei para a Espanha com três anos de idade. Desde pequena sempre fui muito magra, e como qualquer criança, eu tinha o sonho de ser modelo. O esporte sempre foi um dos meus maiores fortes: Atletismo, Basquete, Natação, além do Ballet.
Eu cresci como uma adolescente normal. Aos 18 anos, comecei a sair e busquei um relacionamento. Tive a minha primeira grande decepção e, por conta disso, tentei o suicídio usando medicamentos.
Iniciei a minha carreira como modelo em Sevilla. Aos 21 anos, experimentei o álcool, não era uma coisa que eu gostava muito, mas todos bebiam e pareciam passar bem, então “fui nessa onda”. Aí passei a fumar “shisha”, um cigarro árabe de vapor…
Me mudei para Madrid, a capital da Espanha, e continuei minha carreira de modelo em uma das melhores agências. Já estava com 23 anos, e neste período, percebi que “meu barco começava a afundar”: conheci as drogas, fui a festas VIP com celebridades, via as “minhas amizades” usando ecstasy, cocaína, LSD… As drogas eu ainda não havia provado, mas posso dizer que abusava do álcool, e muitas vezes tinha vontade de morrer. Horrível!
Com 24 anos, em um evento em Ibiza, provei o ecstasy. Pouco tempo depois, em uma discoteca, abusei das drogas e tive a minha primeira overdose.
A partir de então, comecei a frequentar festas de domingo a domingo. Até que em uma das ocasiões me ofereceram a cocaína. Eu cheirei a primeira linha, e daí foram umas 15 a 20 linhas do tamanho de um dedo…. essa noite foi horrível! Novamente suando, pensando que meu coração ia arrebentar, com febre, e o pior de tudo: ninguém estava comigo!
Por um período curto, voltei à casa dos meus pais em Valência. Eles não sabiam de nada, pois em casa eu “atuava’ como uma pessoa normal. Foi quando começaram as “viagens de prazer”, que eram, literalmente, prostituição. As viagens recomeçaram. De festa em festa, por inúmeros países: Moscou-Rússia, Seychelles-Ilhas abaixo da África, Mauricius-Ilhas no Oceano Índico, Capri e toda essa costa da Itália a gente fez em uma embarcação de luxo; Aspen e Denver-USA e Casablanca-Marrocos.
Tudo isso em festas com pessoas importantes de todo o mundo. Festas, orgias e noites intermináveis de cocaína, LSD, metanfetaminas, ecstasy, chá de cogumelos. Coisas que não gosto nem de lembrar.
Minha mãe começou a notar que alguma coisa não estava bem comigo e me falou sobre o Tratamento do bispo . Na verdade, eu pensava que era para levar o meu irmão, que tem problemas com os vícios. Na minha mente “eu não tinha problema, eu controlava”.
Mas ela falou: “Nada disso!!! Você irá ao Tratamento do bispo  nem que eu mesma tenha que levá-la!!!”
Tentava agir normal, mas estava acabada. Parecia que estava ficando louca. Tinha depressão, tristeza, amargura, medo e pânico cada vez que entrava em um avião.
Enquanto isso, minha mãe continuava assistindo ao programa do bispo na televisão.
As propostas de trabalho e viagens voltaram, mas eu já estava me sentindo praticamente morta com 26 anos. Meus “amigos” novamente apareceram… “Vamos para a Austrália, Miami, Londres…!” E assim foi até o dia 27 de dezembro do ano passado.
Era uma quinta à noite. Comprei o bilhete e vim ao Brasil. Olhei para a minha mãe e disse: “Não voltarei igual!”. Entretanto, quando cheguei à Reunião para a Cura dos Vícios, minhas pernas começaram a tremer e pensamentos vinham à mente: “Acho que não devo entrar, para que devo entrar? Já estou bem, não preciso.” Mesmo assim, permaneci.
Conversei com o bispo , e ele disse: “Juliana, seu trabalho não tem nada a ver. Drogas têm em todas as partes. Uma vez tirado o espírito do vício, você poderá estar perto dessas pessoas e, até mesmo, ajudá-las! Você vai arrebentar!”
Nesse mesmo domingo, durante o Tratamento, lá do fundo da catedral, eu quis gritar de emoção. Pude sentir que o processo da cura havia iniciado em mim. Tive nojo e náuseas quando o bispo apresentou a droga no Altar que um viciado havia acabado de entregar.
Após algumas semanas no Tratamento, posso dizer que hoje estou curada e feliz!
Só tenho palavras de agradecimento a Deus e à Universal. Agradeço também pela vida do bispo Macedo e pelo trabalho que ele tem levado mundo afora.
Daqui para frente tudo o que for possível eu farei para ajudar e colaborar com pessoas que passam o mesmo que eu passei.
Se não fosse por Deus e o Tratamento Para a Cura dos Vícios, com certeza não estaria aqui, neste momento, escrevendo estas palavras. Espero que venha servir para salvar muitas outras almas.
Hoje estou com minha vida entregue a Deus. Me batizei nas águas e sei que daqui para frente minha vida permanecerá livre de todo sofrimento que outrora fazia parte de mim.
J. A.S



Quando o exemplo se torna um problema

Filha de Demi Moore vive mesma experiência da mãe por causa do uso de drogas


Uma vida repleta de conforto e sonhos realizados não foi suficiente para evitar que a jovem Tallulah Willis, de 20 anos, escapasse da tumultuada cena hollywoodiana e dos problemas com álcool e drogas. Filha mais nova dos atores consagrados Bruce Willis e Demi Moore, ela foi internada em uma clínica de reabilitação no final de julho, depois de receber um ultimato dos pais.
Mas esta não é a primeira vez que Tallulah tem problemas causados pelo uso de entorpecentes. Ela já foi presa por consumir álcool antes da maioridade, aos 17 anos. A jovem declarou que sofre de um transtorno psicológico chamado dismorfofobia ou síndrome da distorção da imagem, caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito mínimo ou mesmo inexistente na aparência física.
Além disso, questões familiares não faltaram. Em 2000, ela enfrentou o divórcio dos pais, que viveram juntos por 13 anos. Willis e Demi também são pais de Scout, de 23 anos, e de Rumer, de 26 anos. Em 2012, Tallulah acompanhou a internação da mãe por abuso de substâncias químicas. Um cenário familiar propício para desencadear problemas, como o consumo de bebidas e drogas, e prejuízos pessoais.
Quando Demi foi internada, a caçula deixou de ir à escola durante vários dias, pois se sentia envergonhada. Na ocasião, declarou à imprensa: “Claro que eu tenho problemas também. Olhe para a minha mãe”. É a prova de que lições de moral não bastam para educar os filhos. Os exemplos e as ações têm muito mais valor do que as palavras.

Palavras não bastam
De que adianta manter um discurso completamente diference da prática? Quando o assunto é educação, o que os pais fazem no dia a dia causa um impacto muito maior do que o que eles dizem. Os filhos são os espelhos dos pais e os exemplos são fundamentais para a formação do caráter e da personalidade ainda na infância e na adolescência. Você, que é mãe, seja sempre uma pessoa admirada pelos seus filhos. Você, que é filha, aprenda com a sua mãe tudo de melhor e mais íntegro que ela tem a oferecer.










O esporte traz alegria e descontração, foi pensando nisso que nesse último domingo, voluntários da IURD, realizaram um amistoso de futebol em Vila Maria, entre as equipes que jogaram, primeira equipe diretores x IURD, foi uma partida disputadíssima entre dribles e muitos gols fizeram a alegria dos adolescentes , primeira etapa jogou Diretores e IURD o placar ficou Diretores 7 A 1 para a IURD Cidade Ademar
O segundo time SOS Jesus todos uniformizados com a cor laranja contra os adolescentes da fase inicial todos com a cor verde, o placar ficou assim Adolescentes 10 A 4 para SOS Jesus.
O terceiro time funcionários da Vigilância X IURD o placar ficou assim Vigilância 5 A 4 para a IURD e os times que foram jogando time da muralha B x Amuleque, placar 7 A 3 e o grande campeão do dia foi a Vigilância que fez bonito e mostrou habilidade com a bola ganhou de 6 gols, o time dos diretores que também não ficou atrás ficou em segundo lugar com 4 gols.



Para a entrega da premiação esteve presente, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, e o Obreiro Laudelino fez uma oração pedindo a proteção de Deus por todos os presentes, e entregou para o Vice campeão medalhas, e para a vigilância um lindo troféu doado pelos voluntários da IURD.












E para alegria de todos após o amistoso foi servido um delicioso churrasco para todos os presentes.


domingo, 16 de janeiro de 2022

A Fome não tem religião

 A fome não tem religião.

 
São Paulo - Em 2013, 52 milhões de brasileiros tiveram algum tipo de dificuldade para comprar alimentos. Apesar de o número ser alto, ele está em queda. Segundo dados do PNAD, entre 2009 e 2013, a quantidade de casas com insegurança alimentar caiu de 30,2% para 22,6%. No entanto, 7 milhões de pessoas ainda passam fome no Brasil.




São famílias que vem de longe e que enfrenta ônibus lotado enquanto torce para que a sacola pesadas, roupas ou até perfume seja permitida na entrada da Fundação CASA é a rotina de mães, esposas e irmãs dos internos que visitam semanalmente a Fundação CASA. Famílias que muita das vezes sai de casa de manha para não pegar muita fila, nem tomam sequer o café da manha porque tem dificuldade para comprar alimentos, saem apenas com o dinheiro para visitar os seus filhos ou maridos, foi pensando nestas Famílias que os voluntários da UNIVERSAL, realizam todo o primeiro domingo do mês um delicioso almoço para servir as famílias dos jovens internos da Fundação CASA. 



Neste domingo do dia 05/06 foi realizado pelos voluntários da UNIVERSAL um delicioso almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA, foi com muito amor e carinho que as famílias dos internos da Fundação CASA foram recebidas pelos voluntários da UNIVERSAL. Para animar ainda mais a festa contou com a presença da primeira tecladista da UNIVERSAL a cantora Cristina Miranda com a participação da cantora Caroline dos Santos junto do voluntário Davi cantou lindos louvores para glorificar e adorar o Senhor Jesus.





Na seqüência o pastor Geraldo Vilhena Coordenador responsável pela Evangelização na Fundação CASA de São Paulo da uma palavra de fé para os familiares dos internos da Fundação CASA e diz que existem problemas físicos e problema espiritual e explica que uma pessoa com epilepsia ela não tem cura porque ela é uma doença espiritual e que se a pessoa esta com dor de cabeça constante e que sabe que há algo errado no corpo dela ela vai faz exames e não consta nada nos exames e ela continua sofrendo com a dor de cabeça e que há pessoas que á anos esta sofrendo com um problema crônico e que para ela esta sendo impossível vencer esse problema, pastor Geraldo Vilhena explica que o problema dessas pessoas e de seus filhos é extremamente espiritual e que o problema impossível só sai através da fé no Senhor Jesus. Logo em seguida o pastor Geraldo Vilhena faz a oração da fé junto com os voluntários para que os familiares tivessem uma libertação de toda ação do mal, depois levam todos a entregar a suas vidas para o Senhor Jesus.









Na seqüência foram distribuídos para os familiares os trabalhos de cartolinas que é realizado a dinâmica com os jovens na Fundação CASA com a Folha Universal




foram doadas roupas e centenas de livros NADA PERDER 03 DO BISPO EDIR MACEDO 





Logo em seguida foi servido o almoço também foi servidos sorvetes








Lembrando que todos os primeiros domingos de cada mês é realizado um almoço, oferecido pelos voluntários da UNIVERSAL, para as famílias dos internos da Fundação CASA.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Como a pornografia prejudica a vida das mulheres

  Como a pornografia prejudica a vida das mulheres

Saiba como proteger o seu casamento dos conteúdos eróticos e aprenda como se livrar do vício



Curiosidade, medo, insegurança, ilusão. Estes são alguns sentimentos que fazem com que muitas mulheres aceitem a pornografia em suas vidas, seja para consumo próprio, seja por influência do parceiro. A mídia divulga que assistir esse tipo de conteúdo é algo normal e que ele ajuda a apimentar a relação do casal. Essa informação é falsa, porque o que a pornografia traz para a vida dos casais se resume a uma única palavra: destruição.

Nos vídeos, mulheres e homens com corpos esculturais mostram cenas de prazer que envolvem orgias, pedofilia e fantasias. Os atores são pagos para interpretá-las e, na maioria dos casos, são pessoas depressivas e que gostariam de ter outra vida. Então, por trás da imagem que mostra o sexo fantasioso, existe muita solidão.
Para Bárbara Dalcanale Menêses, psicóloga, sexóloga e palestrante, é preciso entender que há muitos mitos em relação à sexualidade e um deles é de que o homem tem necessidade de acessar a pornografia. “Algumas esposas acham que consumir pornografia faz parte do universo masculino e que elas têm que se submeter a esta situação. Então, a mulher tenta aceitar e acaba se calando para não criar atritos no casamento”, explica Bárbara.
Além de prejudicar a relação entre o casal e fazer com que a esposa se sinta um objeto, Maristela V. Botari, psicóloga especialista em relacionamentos afetivos, cita outra situação que é muito comum. “As mulheres também procuram a pornografia para ‘ganhar mais experiência’, praticar a masturbação e, normalmente, acabam se frustrando”, ressalta.
Quando a curiosidade prejudica
De acordo com dados divulgados por sites pornográficos, o Brasil é o País no qual mais mulheres acessam esse tipo de material. Enquanto em todo o mundo 22% dos consumidores são mulheres, aqui elas já representam quase 30%.
A empresária Daniela de Jesus Santos, de 36 anos, fez parte dessa estatística. Ela conta que por se sentir desvalorizada no casamento buscou assistir aos vídeos para chamar atenção do companheiro. “Assistia filmes eróticos na internet porque queria encontrar soluções para o relacionamento. Cheguei a comprar objetos em lojas de produtos eróticos. Tentava ser igual uma prostituta somente para agradá-lo”, afirma.
O parceiro dela também assistia e, para satisfazê-lo, Daniela o acompanhava. “Mas nada adiantava. Nossa relação só esfriava e achava que se não fizesse aquilo ele me trocaria por outra. Cheguei a tentar o suicídio duas vezes”, diz a empresária.
Mas, quanto mais assistia, mais depressiva ficava. “Cheguei ao ponto de ficar horas em frente ao computador, só pensava nas cenas. Sabia que aquilo era errado e decidi fazer o certo”, diz.
Ela diz que mudar não foi fácil. Ela queria parar de fazer uso dos conteúdos eróticos, mas o parceiro não quis abrir mão da pornografia. Assim, firme em sua decisão, Daniela resolveu terminar o casamento. “Joguei fora tudo que me ligava à pornografia. Deixei as velhas amizades, roupas, os lugares e passei a exercitar minha mente a ser diferente. Hoje estou feliz, em paz e tenho a consciência tranquila sem nada do que me acusar”, completa a jovem.
E o que fazer se o marido tem essa compulsão?
A cabeleireira Crislaine Oliveira (Foto ao lado), de 26 anos, descobriu os constantes acessos do marido no início do casamento. “Brigávamos muito por conta disso. Ele dizia que era normal, que eu tinha que aceitar e, com isso, perdi a autoestima. Ia dormir chorando quase todos os dias, pois sabia que ele ficava vendo aqueles vídeos madrugada afora”, lamenta.

Ambos sabiam que aquela prática era errada, mas, mesmo assim, não sabiam o que fazer para resolver o problema. “Meu esposo, Paulo, no fundo sabia que era prejudicial, porém as nossas brigas não o motivavam a parar. Até que eu tomei a decisão de aos poucos mudar as atitudes e parar de cobrá-lo”, revela.
Ela deixou de questioná-lo e, quando percebia que ele estava assistindo pornografia, sentava e conversava com calma sobre o que pensava daquela atitude. “Mostrei para ele que aquilo me fazia muito mal. Não foi da noite para o dia que ele conseguiu mudar, mas, depois da minha mudança, ele decidiu lutar para se libertar daquele vício”, diz.
Eles decidiram continuar casados e hoje descobriram a importância do amor inteligente para a saúde da relação. “Tanto o esposo quanto a esposa precisam sentir segurança um no outro e a pornografia é algo que só destrói. O Paulo não acessa mais e aprendemos a nos unir para enfrentar os problemas e construir um casamento feliz”, conclui.
Uma relação saudável e sem pornografia
Nanda Bezerra, escritora e palestrante, esclarece que hoje em dia com a facilidade de acesso à internet as pessoas consomem facilmente esse tipo de material que prejudica tantas famílias e, por isso, para ela, a mulher não deve aceitar a pornografia em nenhuma situação.
“É algo que leva você para o vício, para um abismo sem fim. Se você quer ter experiência, não assista, não se envolva com isso. Mas, se você já está viciada em consumir, se revolte e decida hoje mesmo parar. Corte o que está enfraquecendo você, seja radical”, aconselha.
Agora, quando é o parceiro quem persiste no erro e se recusa a deixar o vício, o diálogo é sempre o primeiro passo para ajudá-lo. Jamais aceite o errado por medo de perdê-lo.
Por que as mulheres consomem pornografia? 
Timidez
As mulheres encontram dificuldade de se expressar sexualmente, de conversar sobre sexo e sexualidade.
Inovação
Muitas vezes, elas buscam a pornografia para descobrir novas formas de dar prazer
ao homem, como poder variar posições, imaginando que todos os homens se estimulam dessa forma.
Curiosidade
Há jovens que têm o desejo de saber como é o sexo e buscam por meio de sites e vídeos algo que tire suas dúvidas.
Comparação
Muitas querem comparar o desempenho do ator ao de seu parceiro e acham que os vídeos podem ser uma forma de aumentar sua excitação.



O que as deboras da  UNIVERSAL fazem fora do Templo de Salomão na Fundação CASA.






 Grupo Débora é um grupo de esposas de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, que se unem para somar esforços, e aumentar ações solidarias, com o objetivo de ajudar o próximo, apoiam e incentivam instituições que prestam serviços à sociedade.


                         Bem cedinho nesta última terça-feira, uma equipe de fé esteve presente, na Fundação Casa Mooca ,Chiquinha Gonzaga, essa equipe composta por esposas de bispos e pastores da IURD, que tem por objetivo levar alento aos mais necessitados,  e o evento foi visto em todos os detalhes,dos arranjos da decoração, e todos os quitutes servidos neste dia.












 Dona Silvania Costa, deu início ao evento e disse: "todas nós temos uma história de vida. cada uma de nós temos um passado. Se a noite você conversa com seu travesseiro e pensa que não tem mais jeito, nós queremos somar alguma coisa na vida de vocês , Deus deu para cada uma de nós uma nova chance, e quer dar para vocês também, basta você querer, " 



quem esteve presente no  evento foi o   pastor Geraldo Vilhena coordenador Estadual de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração especial pela libertação das adolescentes e deu uma palavra sobre libertação das drogas disse: ele “O maior problema  que hoje a sociedade enfrenta são com as drogas,  e somente com a ajuda de de Deus é que se pode ter a libertação a pessoa tem que usar uma fé inteligente, se as drogas tem sido o seu problema maior, então recorra para o Senhor Jesus uma atitude pode  mudar sua vida.”

Dando continuidade ao evento foi a vez da palestra, com o auxilio do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos  quem começou o debate foi Robson ex-usuário de drogas disse ele: “ Comecei cedo no mundo das drogas achando que ia usar socialmente, com o passar do tempo  fiquei um dependente químico. Pastor Geraldo pergunta: Com quantos anos você começou no mundo do crime?  Robson: com 13 anos no tempo de escola fiquei curioso e fiquei também um dependente.   
O mundo das drogas ele te da aparentemente, mais depois vem o resultado  de uma plantação, com o passar do tempo se perde totalmente a dignidade. Pastor Geraldo pergunta? Qual foi a maior dificuldade que você teve para largar as drogas?  Ele responde: As amizades quando se ta na pior ninguém te procura, mais a primeira coisa se você sair daqui, eles vão aparecer no seu portãoPastor Geraldo diz: o que vocês adolescentes fizeram não chega nem aos pés do que este palestrante fez, a saída, é o querer de cada uma de vocês hoje você está aqui, é o melhor que o governo pode dar, mais falta nas suas vida o principal, que é ter um encontro com Deus, porque o problema maior é o espiritual, é somente com a ajuda de Deus é que vocês terão uma saída finalizou ele.


 . Entre as atividades apresentadas, teve uma linda peça teatral, que conta a história de um empresário que não tinha tempo para a família, somente para o trabalho e der repente se depara com a morte, e ele vê que não adiantou juntar tanto dinheiro.
 A festa ficou animada com a distribuição de muito bolo com refrigerante, as meninas dançaram ao som de uma linda apresentação musical apresentada pela Ana Paula, que com uma coreografia toda especial tocou no coração de cada uma das meninas. Funcionários da casa agradeceram a presença de todos os integrantes da IURD, são momentos assim que vale a pena fazer o bem, sem receber nada  em  troca a maior recompensa e ver as adolescentes sendo libertas e transformadas, e  no futuro também poderem dar o seu testemunho.                              




Que o Senhor Jesus abençoe a todos.